A ciência e os resultados não conclusivos sobre os Espíritos:

Conectar eletrodos na cabeça de um voluntário e em seguida aplicar campos eletromagnéticos (nas mais diversas frequências) em certas áreas do cérebro provocam sensações tais como sentir ser tocado, sentir a presença de um espírito, e outras experiências bastante próprias dos caçadores de fantasmas, ou investigadores de espíritos.

Mas, esses experimentos não passam de realidade cuidadosamente controlada pelos cientistas. Bem diferente das vivências em campo, onde as condições fogem do controle laboratorial de cientistas ou mesmo dos céticos.

Portanto, uma experiência controlada em laboratório produz uma realidade que não constituem uma prova definitiva de que a presença dos espíritos é meramente neurológica ou psicológica. Aplicar campos eletromagnéticos em certas partes do cérebro, como os lobos temporais, pode de fato resultar em experiências místicas ou incomuns (sensação de ser tocado, por exemplo).

Porém, há milhares de relatos que mostram que os resultados obtidos em um ambiente controlado de um laboratório não conseguem trazer luz ou explicação plenamente irrefutável.

A verdade é que a própria oscilação e flutuação do campo eletromagnético não desvenda todos os fenômenos ligados aos espíritos, fantasmas, e fenômenos afins (discos voadores, seres de outras dimensões, entidades extraterrestres).

Assim sendo, revirar o cérebro de um voluntário empregando eletrodos conectados à uma máquina geradora de campos eletromagnéticos está longe de solucionar os enigmas que rodeiam o nosso dia-a-dia, ainda que nós não apercebemos disto.

O fato é que todo experimento laboratorial é controlado; já as experiências fora de um ambiente controlado apresentam consequências bem diversas e, muitas vezes, bem mais complexas.

Isso significa que a ciência ainda é incapaz de ter todas as respostas sobre a dimensão dos espíritos, ou da existência dos seres incorpóreos.

Em resumo, a ciência precisa de respostas mais sólidas, convincentes, e bem documentadas. Os cientistas podem ligar e desligar um gerador de campos eletromagnéticos, mas eles podem ligar e desligar espíritos, seres invisíveis, e ocorrências similares? Com certeza, não podem.

As próprias experiências laboratoriais com campos eletromagnéticos originaram resultados discrepantes e inconclusivos.

Espíritos coexistindo entre nós:

O fato é que existem espíritos e criaturas interdimensionais ao nosso redor. Presenças que não se pode sentir nem ouvir, porque nossos 5 sentidos não alcançam frequências tão sutis.

Mas com a tecnologia atual, podemos monitorar, acessar, filmar e fotografar os espíritos (e outras criaturas imperceptíveis aos nossos sentidos) através de equipamentos de detecção ELF (Extremely Low-Frequency - Frequência Extremamente Baixa).

É como as ondas de rádio; essas ondas produzidas pelo homem nos cercam e até penetram em nosso organismo. E são completamente invisíveis e silenciosas; não podemos tocar e nem sentir estas frequências geradas pela tecnologia. Sequer apercebemos de sua presença sem ajuda de um receptor de rádio que permite conectar com esse reino invisível das ondas eletromagnéticas geradas artificialmente.

Da mesma maneira, quem souber quais tipos de ondas ou energia procurar e tiver equipamentos que atuam em Frequências extremamente baixas, poderão detectar espíritos ou outras presenças bastante incomuns.

A maioria das atividades dos espíritos é acompanhada de campos divagantes, erráticos e flutuantes de energia eletromagnética e eletroestática. Para detectar seres do plano espiritual, recorremos a aparelhos que localizam e medem essa energia.

As criaturas espirituais normalmente usam as cargas eletroestáticas do ar para produzir a materialização. Ou seja, os espíritos e outros seres incorpóreos geram constantemente os mesmos influxos eletroestáticos e eletromagnéticos. Desse modo, os mesmos dispositivos eletrônicos que utilizamos se aplicam a todas as investigações paranormais.

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