Os espíritos habitam conosco, dia e noite. Fazem parte do nosso cotidiano.  A realidade dos espíritos entre nós

Existe a teoria de que os falecidos não morreram completamente. Ou seja, se morreram em situações de extrema angústia emocional ou tiveram fortes conexões com o mundo quando estavam vivos, eles continuam a existir mesmo após a morte.

Aliás, muitos sentem-se consideravelmente atormentados com os perigos de entrar em contato com os espíritos. O fato é que a principal ameaça é a própria fraqueza psicológica do investigador iniciante.

A verdade é que não tem nada há temer. A imensa maioria dos espíritos não tem poder ou uma vigorosa força de vontade para gerar um ferimento no investigador, por exemplo.

A propósito, no que diz respeito a morte, na verdade já existem evidências bastante consistentes que, depois da confirmação clínica da morte de uma pessoa, os neurônios começam a morrer em uma sequência que pode levar algumas horas. Como consequência, a consciência continua funcionando.

Ou seja, a pessoa ainda possuem sinais de consciência mesmo morta. Há evidências disso nos milhares de relatos dos sobreviventes de uma parada cardiorespiratória.

Os sobreviventes contam em detalhes bem minuciosos o que estava acontecendo em seu redor enquanto estavam clinicamente mortos.

Uma escala enorme de médicos confirmam que seus pacientes, que realmente estavam mortos, lembrarem-se de detalhes pormenorizados do que ocorreu durante a morte.

Melhor dizendo, as pessoas após a morte, possuem consciência de que elas morreram; além de ter conhecimento do que de fato está acontecendo ao seu redor.

Enfim, aqueles que não ressuscitaram e possuem sólidos vínculos com o mundo físico, sentem dificuldades de desarraigar. Desse modo, após a morte, podem continuar coabitando com os vivos.

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