Artigos para você refletir e avaliar  19 artigos disponíveis nesta página!

1-  Há um limite para ser cético?

Há duas maneiras de viver: Plenamente consciente, ou apenas como um observador passivo. Se for como observador passivo, nesse caso, não seríamos tão diferentes quanto uma ameba.

O nosso dia-a-dia requer um questionamento claro e direto (ao estilo cético), mesmo que seja ao nível inconsciente. Por exemplo, que segurança eu tenho ao sair da cama, tomar o café e ir ao trabalho? Como vê, questionar é parte inerente da existência. Assim, parar de questionar é renunciar a própria vida.

Então, a grande questão é de o quanto o questionamento cético deve ser feito, e se há um limite. Um detalhe curioso é que para algumas pessoas, questionar até certo ponto leva à uma paralisia e a uma depressão ao extremo da vida se tornar insuportável.

Vale perguntar, como cético, estou questionando por causa de uma necessidade de entender mais, ou para provar que eu estou certo? Se for pela necessidade de estar certo, então você não está questionando; está apenas racionalizando.

Além disso, o questionamento diz respeito de como eu vivo minha vida e, portanto, do meu bem-estar intelectual? Nesse caso, o questionamento pode induzir à futilidade emocional. E à um falso estado de Eudaimonia (do grego, significa bem-estar).

Enfim, precisamos de um certo ceticismo, mas não pode ser o substituto para uma busca mais profunda; ou seja, se não aplicar uma certa dose de sabedoria - tal como o provérbio oriental que diz: "O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute" - o ceticismo pode degenerar em puro egoísmo.

Com uma certa parte dos céticos é praticamente impossível conversar, visto que estão tão certos de que estão incontestavelmente certos. E, para complicar, são extremamente defensivos sobre qualquer informação que possa contestá-los.

Muitas vezes podemos perceber um caráter reacionário (conservador e opressivo) no ceticismo, o que induz ao preconceito. Por exemplo, não reconhecer as falhas de seus próprios argumentos, ou não admitir que não conhecem o assunto, ou que estão simplesmente errados.


2-  O Esoterismo pode de fato libertar a pessoa da depressão

Na realidade, o Esoterismo pode realmente libertar a pessoa da depressão? Para os videntes idôneos, entende-se claramente como a Depressão converteu-se em uma doença psiquiátrica comum. Hoje é banal encontrar alguém que carrega este peso psíquico-afetivo.

E os videntes transparentes naturalmente aconselham a ajuda médica apropriada. Por trás da depressão pode estar latente fatores como: a desunião e a dilaceração familiar, além do desaparecimento de princípios morais. Consequentemente, provocando distúrbios psicossomáticos diversos.

A depressão manifesta-se pelo vazio interior, pela falta de vigor e interesse pelas coisas de modo geral. Há a perda inevitável do bem-estar físico e emocional, e a total ausência de esperança. Sente-se estagnado, sem criatividade, vitalidade, e geralmente se sentem inaptos, incapazes de reagir ou realizar diversas atividades.

O vigor físico, emocional e mental estão comprometidos e debilitados. O resultado é a tristeza que domina cada vez mais espaço no mundo interior, na intimidade do próprio ser. Consequentemente, o padrão de vida é atingido em sua essência e, assim, as expectativas se evaporam.

A depressão é sempre armada de culpa, ilusões, afirmações mentais nocivas que são produzidas insistentemente ao longo do tempo. A autoestima é drasticamente reduzida, e a auto-imagem ilusória sobre nós mesmos (pois não podemos sempre ser perfeitos, originais ou cativantes) é tão irreal e falsa quanto a existência de uma sociedade livre de ambiguidades.

O depressivo possui uma visão do seu passado sombria, destrutiva e negativa; ou seja, o que se viveu são entendidos como uma impiedosa combinação de culpa, vergonha e sofrimento.

A pessoa depressiva não consegue divertir-se com coisa alguma, e não consegue valorizar nenhum elogio. Tudo se reverte em algo desagradável e insuportável para o depressivo.

Desse modo, a depressão passa a ser um sistema de defesa de uma proteção meramente ilusória e fantasiosa.

Mas, como o esoterismo (ou mesmo os livros de auto-ajuda) pode ajudar o depressivo? A resposta é delicada e serve como alerta. Normalmente, os depressivos sentem-se piores quando se envolvem com o esoterismo (pois se iludem com a perspectiva de encontrar uma solução fácil para sua dor).

Ou então quando repetem frases de auto-afirmações positivas (a repetição frequente de frases auto-afirmativas podem amparar determinadas pessoas, porém geram resultados negativos naquelas pessoas que realmente precisam do apoio, amparo e conforto moral).


3-  Boatos alarmistas da Era Digital

Preste atenção nos elementos básicos para a criação de um boato de natureza conspiratória e alarmante bastante comum na internet, tanto em sites (Youtube, por exemplo) quanto nas redes sociais (Facebook, e similares).

Tais boatos se tornam lendas digitais que se espalham rapidamente.

Vamos aos elementos básicos para produzir informações tendenciosas, também conhecida como desinformação (muito utilizado por agências de inteligência que usam uma pequena fração de verdade com uma grande quota de mentiras):

1º: Trate de um assunto que chama a atenção do leitor de modo alarmante, ameaçador, e com especial ênfase em um tom conspiratório.

2º: Utilize nomes de pessoas com posições importantes na sociedade, assim como de instituições famosas e de renome.

3º: Mantenha o assunto bem vago, evasivo, e nunca mencione fontes.

4º: Não forneça datas, e peça para que a suposta informação seja divulgada para o maior número possível de pessoas. Como o objetivo é gerar sensacionalismo, alarmar as pessoas, e causar um efeito ao estilo Teoria da conspiração (expressão criada pela CIA, Agência Americana de Inteligência com intuito de ridicularizar informações vazadas ao público), infelizmente, as pessoas desavisadas não terão a tendência de questionar a informação.

O segredo para evitar a desinformação (ou então lendas digitais) é questionar, sempre.

Como alguém um dia alertou: "A falta de questionamento é o lado mais obscuro da ignorância".

É claro que as conspirações terríveis, complôs, tramas obscuras, e maquinações governamentais são plenamente possíveis. Mas, é altamente sensato questionar cada uma delas.


4-  Por que uma pessoa pratica o suicídio?

Segundos estimativas, a cada 40 segundos alguém pratica o suicídio em algum lugar do mundo. Ou seja, somente num único ano, cerca de um milhão de seres humanos tiraram a sua própria vida, além de ao menos outros 4 ou 5 milhões que procuram se matar.

A causa do suicídio é na verdade uma junção (ou mistura) de elementos biológicos, psicoemocionais, psiquiátricos, religiosos, socioculturais e até filosóficos que combinados, podem atingir uma ação desproporcional contra si mesmo. Também há razões mais inadiáveis que predeterminam o suicídio: perda do emprego, perda de um grande amor ou fiasco amoroso, decadência financeira, a morte de um ente querido.

Além disso, o histórico psiquiátrico da pessoa revela as motivações para morrer que estão profundamente incorporadas no modo como conduz a própria vida, e fundamentalmente na personalidade do indivíduo; isto é, há tipos de personalidades dotadas de uma predisposição ao suicídio.

A razão do suicídio reside na vulnerabilidade, fragilidade e instabilidade psicológica. Normalmente, o suicida mantêm silêncio sobre sua intenção. Este silêncio atua como uma fachada que pretende esconder uma profunda dor, combinada com sentimentos de angústia, desesperança, tristeza, infelicidade, desânimo e descontentamento generalizado sobre a vida.

Geralmente o suicídio transmite a vontade da pessoa em escapar ou acabar com a sua dor e, quase ao mesmo tempo, da sua intenção de compartilhar aos outros o seu sofrimento como se fosse um grito de socorro.


5-  Como lidar com pessoas fofoqueiras e falsas

O distanciamento é o melhor modo de lidar com pessoas fofoqueiras e falsas. É comum Pessoas fofoqueiras e falsas fazerem parte do nosso círculo de amigos ou do nosso círculo familiar. Por isso, o recurso é manter a convivência mas, mantendo distância. Nesse caso, evite a todo momento falar sobre assuntos mais pessoais, mais íntimos ou muito importantes. Seja superficial a seu respeito.

O fofoqueiro e o falso são, por natureza, hipócritas, mentirosos, desleais e dissimulados. Apreciam julgar negativamente as pessoas; muitas vezes praticam a injúria, a calúnia ou até mesmo a difamação. E certamente, agem pelas costas. Portanto, ao conviver com alguém assim, busque pouco envolvimento; procure lidar com falsos e fofoqueiros de maneira paciente porém, superficial e distante.

Na realidade, eles são bastante inseguros, indecisos, egoístas, e invejosos. Procuram disfarçar essas falhas de caráter apresentando-se como "boas pessoas". Portanto, utilizam a máscara do sujeito generoso ou prestativo. Torna-se claro, então, o alto nível de nocividade desta gente; isto é, são extremamente nocivas ao convívio social e familiar.

Outra característica é que são manipuladores; ou seja, sabe como usar os sentimentos dos outros e, principalmente, assumem a velha técnica de vítima com o óbvio objetivo de conseguir o que quer. E estão constantemente nos cercando, sempre por perto, a fim de conhecer mais sobre nossa vida particular.

Esses indivíduos também gostam de enganar as pessoas com elogios falsos, além das falsas promessas incessantes, justamente para que os outros façam o que eles desejam. E quando são causadores de um problema (ou se envolvem numa grave controvérsia), fazem qualquer coisa para sair intactos e ilesos da situação.

Dicas para lidar com fofoqueiros e falsos

1- Jamais tenha uma conversa emocional com eles. Use o lado puramente racional.

2- Fique atento ao comportamento da pessoa. O que ela faz com os outros, com certeza fará com você também.

3- Pessoas falsas aplicam a técnica da empatia (identificação e afinidade com você). Para isso elas aprovam tudo que você faz, colocam no seu lugar com muita facilidade e valoriza suas atitudes mesmo que não concordem.

4- Sentem profundamente intimidadas e inibidas com as pessoas de personalidade muito segura, autoconfiante, decidida e forte. Então, seja firme e seguro ao lidar com eles (até para evitar confrontos inúteis).


6-  Enfrentando a dor da perda

A morte de um ente querido percorre cinco estágios, reproduzidos no livro "Sobre a morte e o processo de morrer" escrito pela psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross.

Segue abaixo uma síntese de cada etapa.

Negação

É o modo de confrontar com o impacto da dor pela perda. A Negação é uma forma de sobreviver ao anúncio da morte e ao fato da vida perder o sentido nesta etapa tão crucial. Surgem dúvidas, questionamentos, incertezas, perplexidade, contestação, revolta. Após algum tempo, admitimos e aceitamos a perda; a partir de então dá início ao processo de cicatrização. E, assim, a dolorosa fase da Negação desaparece.

Raiva

A raiva é parte fundamental da cicatrização. Quanto mais raiva, mais perto da cura. É outro jeito de suportar a dor. Sem dúvida, o sentimento da raiva nos ajuda a resistir a perda e nos faz sentir melhor. Quanto mais intensa é a raiva, maior é o amor pelo ente querido. É nesse ponto que surgem pensamentos como: "Como você pôde me abandonar, me deixar sozinho?" ou "Não é justo! Eu não mereço! Como será minha vida daqui para a frente?"

Negociação

A negociação é o próximo modo de encarar a perda. Queremos voltar no tempo, ter o ente querido de volta; portanto, constitui uma forma de negociar com a dor. Nessa fase, a nossa propensão natural é pensar que poderíamos ter agido de outra maneira e, consequentemente, nos sentimos profundamente culpados.

Depressão

Com o fim da Negociação, nos concentramos no presente. Nesta etapa, sentimentos de vazio, desamparo, angústia, padecimento e dor manifestam de forma mais aguda e acentuada. É uma reação apropriada para uma importante perda; assim sendo, não se trata de um sintoma psiquiátrico. A depressão, neste caso, é apenas um caminho ao processo de cura.

Aceitação

A Aceitação é a admissão da perda e um modo de assimilar o acontecimento. Poderemos até sentir que estamos traindo o ente querido. No entanto, a vida prossegue e começamos a viver e desfrutar nossa existência outra vez. Seja como for, quando tudo passar, nada será como antes. E, em vista disso, concluímos que devemos continuar nossa jornada.

Na Aceitação resta a saudade. E como Bob Marley escreveu: "Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos". Ou como escreveu Mário Quintana: "O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente..."

* In memoriam I. S. V 11/06/1944 - 12/09/2016


7-  O que é Exorcismo?

A origem do termo exorcismo vem do grego Exorkizein, cujo o significado é conjurar espíritos (repelir, afastar, ou rechaçar espíritos).

O exorcismo constitui um processo ritualístico em nome de Jesus Cristo e da santidade da Igreja católica de acordo com o rito litúrgico, com intuito de impor ao demônio a sua retirada do corpo de um indivíduo possuído.

Os princípios católicos dizem claramente que pratica-se exorcismo quando a Igreja intercede abertamente e com autoridade, em nome de Jesus Cristo, que uma pessoa ou objeto seja amparado e defendido contra a ação das forças diabólicas.

O exorcismo, em conformidade com os preceitos católicos, inicia-se invariavelmente com a expressão latina Adjure te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem - que quer dizer: eu te ordeno, espírito maligno, pelo Deus Todo-Poderoso.

Consoante a seriedade da possessão, o procedimento pode ser extenso e fatigante, podendo se prolongar por semanas. A via de libertação é feita de maneira impetuosa e violenta. Os exorcistas fazem uso das orações, defumadores, água-benta, e até mesmo essências e o sal (que é associado à pureza).

O fundamento do exorcismo pode ser definido com o seguinte argumento: Em um local ou numa casa não é possível estar ao mesmo tempo Deus e o Diabo. Onde está Deus, o Diabo não entra. Daí a importância de confiar na onipresença de Deus, e esta convicção expulsa o Diabo - nem mais nem menos.


8-  O que é uma possessão diabólica?

É a atuação incontrolável de um demônio sobre uma pessoa, atingindo controle total do indivíduo, de tal jeito que irá dizer e fazer aquilo que o demônio desejar. Caso a alma da pessoa não tenha sido cedida (ou vendida) ao diabo, o demônio restringirá apenas ao uso do corpo da pessoa.

Quando a possessão ocorre, a pessoa entra em transe e involuntariamente se torna inconsciente, transferindo desse modo o controle integral ao Maligno, que toma posse do corpo da pessoa para falar, deslocar-se, expelir pregos, cacos de vidros (ou até mesmo outros objetos diversos), proferir esconjuros, maldições, pragas, ultrajar, ofender. E de tempos em tempos buscará demonstrar uma força extraordinária com intuito de impressionar.

Durante um colapso de natureza demoníaca, a ação dos fenômenos bizarros e insólitos acontecem de forma alternada. Nesta condição, a pessoa perde a consciência bruscamente. Em alguns períodos do dia a pessoa aparenta absolutamente normal.

Porém, muitas vezes os colapsos decorrem por causas externas, como por exemplo, no decurso de uma situação de extrema tensão espiritual, como durante o evento de um exorcismo, de uma Missa, de uma bênção, da oração, ou apenas pelo fato de entrar em um local consagrado à Deus. E algumas vezes, acontece sem nenhum motivo claro ou aparente.


9-  O amuleto funciona?

Sim, o amuleto funciona, principalmente por causa do efeito psicológico. Quando você entrega à um objeto as suas expectativas e esperanças, inconscientemente se torna mais seguro, decidido, e mais confiante. Dessa forma o amuleto (ou amuleto da sorte, como é chamado corriqueiramente) constitui um poderoso auxílio e um benefício indiscutível, comprovando seu funcionamento.

A origem do termo veio do latim amuletum, que significa "um objeto para ser empregado para a defesa". Ou ainda do árabe hamalet, que pode ser definido como "aquilo que está suspenso".

Em outras palavras, trata-se de um objeto usado para proteger de algum mal e, além disso, atrair sorte ao portador. Alguns destes objetos são consagrados por meio de rituais mágicos ou através de ritos religiosos.

Outros são reconhecidos como tal após uma experiência assustadora - como o caso do homem que foi salvo de um tiro no coração por um telefone celular guardado no bolso da camisa. Portanto são de vários tipos, desde moedas, pedras, pulseiras, medalhas, anéis, pingentes, uma peça do vestuário, relógios, até símbolos esotéricos ou místicos.

Muitos videntes utilizam amuletos em seus trabalhos de perscrutação, sobretudo videntes de origem indígena. Para citar um exemplo, há o xamâ (mais conhecido como pajé) que, além de sacerdote e conselheiro, profetiza os acontecimentos e o destino das pessoas.

O filósofo romano Plínio (ou Plínio o Velho, escritor, naturalista e comandante do exército romano) foi o primeiro a escrever a respeito destes objetos. Ele destacou três tipos: aqueles objetos que proporcionam proteção contra as forças negativas e a má sorte, aqueles para serem empregados como remédio, e aqueles que contém ingredientes preventivos (como ervas e outras substâncias atribuídas aos deuses ou as hostes espirituais). O patuá é um bom exemplo desta categoria.

De qualquer modo, se há ou não algum poder sobrenatural impregnado nestes objetos, a influência psicológica dos amuletos são evidentes ao conferir mais confiança e segurança à pessoa; sendo assim, mesmo em um processo inconsciente, o efeito positivo sob o ânimo do indivíduo é, sem dúvida, inegável. Por causa disso, estes objetos místicos ainda continuarão fazendo parte da cultura mundial.


10-  Tábua Ouija

A tábua (ou tabuleiro) Ouija está em voga nos filmes de horror. A palavra Ouija é a junção do francês Oui (que significa sim) com alemão ja (que também quer dizer sim).

Esta ferramenta ocultista surgiu aproximadamente em 1800 como um jogo de salão, em uma época em que a doutrina espírita, a canalização, e a necromancia estavam no auge.

Em 1861, o codificador do espiritismo Hippolyte Léon Denizard Rivail (sob o pseudônimo de Allan Kardec, 1804/1869) já alertava que apenas seres espirituais inferiores e infames podem mover a matéria. Portanto, isso significa que seja o que for que esteja tentando se comunicar através da tábua Ouija, não vai desencadear nada de benéfico para você.

Basicamente, os participantes (ou jogadores) colocam os dedos sobre um indicador móvel que então se move para responder as perguntas que foram dirigidas às entidades espirituais ou mesmo para enviar mensagens até eles.

Todo o processo é ritualizado com o intuito de reduzir ao máximo os efeitos danosos sobre os participantes. Por exemplo, a comunicação deve ser corretamente encerrada, ou o espírito permanecerá com os jogadores. E convide para participar de uma sessão apenas pessoas sóbrias, sérias e idôneas.

Além disso, jamais utilize a tábua Ouija em lugares como cemitérios ou em locais onde ocorreram mortes brutais ou animalescas. Outro detalhe é que em nenhum momento utilize-a quando estiver doente ou depressivo, para evitar que se torne vulnerável a uma possessão espiritual ou demoníaca.

A tábua Ouija moderna foi criada pelo inventor e empresário William Fuld (1870/1927). Tornou-se mais conhecido como o pai da tábua Ouija, e posteriormente ele vendeu sua patente aos fabricantes Parker Brothers. Desde então foram vendidos milhões de réplicas sob o slogan: É só um jogo - não é?

Para os ocultistas, este instrumento abre uma porta de comunicação e manifestação das criaturas que existem no mundo espiritual. E praticamente todas as religiões desencorajam o seu uso.


11-  O que é Missa Negra?

Missa Negra é uma imitação profanadora da Missa Católica. Durante a Missa Negra são usadas as palavras colhidas da liturgia eucarística porém, dedicada à negação e renúncia a Deus.

Há o sacerdote de Satanás, cuja função é comandar a cerimônia usando um traje herético. Sobre o altar é colocada uma mulher nua, provavelmente virgem, e em seu corpo se fazem sérios procedimentos de sacrilégio, ulltaje e insulto a Eucaristia ( palavra grega que significa ação de graças ou agradecer) , com crucifixos de ponta cabeça, adagas, símbolos blasfemadores, à medida que as palavras que deveriam ser glorificadas a Deus, são recitadas ao contrário.

Essa mulher despida, que realiza suas incumbências no cerimonial satânico, ao final das práticas de heresia, é violentada incessantemente por todos os participantes.

Os participantes são membros de seitas satânicas, forçados ao segredo através do juramento absoluto. Não são admitidos pessoas fora do círculo, a não ser nas ocasiões em que se pode calcular que determinadas pessoas, facilmente fascinadas pelas depravações e poderes que acreditam obter, com certeza juntariam-se à seita sem hesitar.


12-  Telepatia e vidência, as pluralidades da paranormalidade humana

Há uma enorme disparidade entre vidência e leitura mental. A vidência é a previsão de eventos futuros. A assimilação paranormal do pensamento alheio, por sua vez, chama-se telepatia (do grego tele, distância e patheia, sentir). Um exemplo, através da telepatia é possível descobrir o nome de alguém antes dela dizer.

Diante disso, não tente perguntar à um vidente qual é o seu nome, visto que ele não será capaz de fazer leitura do seu pensamento. Assim sendo, ser vidente não é o mesmo que ser telepata - já que são naturalmente duas habilidades paranormais bem distintas.

Além disso, a vidência não é uma ciência exata e, por isso, é recomendável não tomar as interpretações das previsões muito literalmente. Use o bom senso.

A vidência (ou precognição) é a capacidade de perceber um acontecimento sobre um futuro ou sobre um acontecimento antes dele acontecer. A precognição vem do latim pre-cognitio e já foi testada por muitos sensitivos que se sujeitaram as avaliações científicas rigorosamente controladas. Um deles foi Malcom Bessent (nasceu em Deolali, Índia, em 1944 e faleceu em 1997).

A telepatia (do grego tele, distância e patheia, sentir) já é definida como a habilidade de obter informação a respeito dos pensamentos, sensações, sentimentos e ações procedentes da mente de um indivíduo (conhecido ou desconhecido). Porém, essa habilidade já não é possível na vidência, visto que o vidente apenas percebe a respeito dos acontecimentos antes deles ocorrerem.

Com o intuito de exemplificar ainda mais a diferença entre vidência e telepatia, vamos levar em consideração a sondagem psíquica feita na cidade de Virginia Beach (USA) para um garoto de 12 anos hospitalizado em Ohio (USA). Edgar Evans Cayce (paranormal americano nascido em Hopkinsville em 1877 e falecido em Virginia Beach em 1945) previu que o menino tinha febre e até indicou sua temperatura corporal o qual foi mais tarde constatado pelo médico.

Nota-se então que como a temperatura ainda não tinha sido verificada, ficou claro que este foi um caso de vidência (ou seja, previsão) efetuada por Cayce, e não de telepatia (ou seja, leitura da mente).

O fato é que existem diversos tipos de habilidades paranormais. Então, os parapsicólogos dividem o tema em vários grupos a fim de estudar cada um destes fenômenos e, desta forma, entender seu funcionamento.

Seja como for, a vidência não deve ser rejeitada só por que testes em laboratório falham. É possível que os métodos científicos utilizados atualmente sejam inadequados para estudar o universo dos fenômenos paranormais. Felizmente, técnicas científicas inovadoras resultantes do surgimento das neuropróteses, neurotecnologia, neurociência e neurobiologia poderão brevemente propiciar um novo nível à pesquisa dos fenômenos parapsicológicos.

Curiosamente, a vidência cria um sério conflito com o conceito de que o ser humano seja beneficiado do livre-arbítrio (ou seja, você é livre para fazer as suas próprias escolhas, ou de tomar suas decisões com liberdade e independência) já que ao aceitar que um acontecimento possa ser previsto, isso então envolve a idéia de que o futuro já esteja pré-determinado.


13-  Vidência, a consciência psíquica do futuro

O vidente - imbuído da precognição (ou tão-somente vidência) - é capaz de assimilar o conhecimento direto do futuro por meios paranormais. Muitos videntes já se sujeitaram aos testes científicos mais rigorosos. Na verdade, os relatos sobre experiências pessoais com a vidência estão presentes em todos os povos e em todas as épocas.

Sem dúvida trata-se de é um fenômeno desconcertante; se pensarmos bem, a existência da vidência parece ilógica e absurda. E que certamente nos leva a perguntar: Como algumas pessoas são capazes de ter uma consciência do futuro? Aqueles que se declaram céticos rejeitam ardentemente a existência da habilidade precognitiva do vidente. Mesmo diante dos testemunhos que se acumulam ao longo dos anos, a interpretação dos céticos é sempre a mesma: é o acaso ou só coincidência.

O fato é que uma postura cética é essencial para qualquer cientista; no entanto, uma atitude dogmática não condiz com a ciência propriamente dita.

Um caso notável envolvendo a vidência ocorreu com o naufrágio no oceano Atlântico do navio Titanic (palavra de origem inglesa e significa Titânico), transatlântico considerado indestrutível na época. O naufrágio provocou a morte de 1.523 pessoas; apenas 717 sobreviveram.

O sr. John Connon Middleton, empresário londrino, reservou passagem no Titanic em 23 de março de 1912. Porém, cerca de dez dias antes da viagem, John Connon sonhou que a embarcação flutuava com a quilha (parte de baixo do navio) virada para cima e, ao seu redor, passageiros e tripulação nadavam desesperados.

No dia seguinte, o sonho se repetiu. Uma semana antes da viagem, ele relatou o sonho à sua esposa e para alguns amigos. E decidiu cancelar a reserva. O curioso é que ele possuia documentos que comprovavam a reserva e o cancelamento da viagem. Foi então que, impressionados, a esposa e outros três amigos enviaram à Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres os seus testemunhos por escrito.

As manifestações paranormais ainda inexplicáveis nos remetem àquelas sensatas palavras de William Shakespeare: "Há mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe nossa vã filosofia."


14-  O poder devastador da inveja

A inveja envolve duas pessoas. É bem diferente do ciúme onde existe o envolvimento de três pessoas - um casal e a terceira pessoa. Por essa razão, são dois sentimentos inconfundíveis e únicos.

Na inveja há o sentimento de cobiça ou despeito daquilo que a outra pessoa possui como, por exemplo, sua capacidade, sua aptidão, sua competência, suas características e qualidades, seu talento, suas posses ou até o seu atributo físico (a sua aparência).

A inveja envolve a espoliação (possuir, sugar, tirar do outro) por intermédio do ódio encoberto. Aliás, a origem da palavra inveja deriva do latim invidia, algo como olhar com malícia, uma expressão que demonstra ódio ou desgosto pelo sucesso ou felicidade de outra pessoa.

Podemos então facilmente deduzir que existe a inequívoca obsessão de desejar veladamente possuir o que a outra pessoa tem.

Outra forma de inveja é ocasionado por um vazio, uma falta; ou seja, a outra pessoa possui o que ainda é fortemente desejado pelo invejoso e, consequentemente, até aquele momento não foi realizado.

Conforme o dicionário Aurélio, a inveja é o desprazer ou desgosto pelo bem ou felicidade de outrem, desejo profundo e ameaçador de possuir o bem do próximo.

Esteja certo que estamos diante de um invejoso quando ele é incapaz de enxergar qualquer coisa que possa elogiar, engrandecer ou valorizar em outra pessoa. E, para dificultar, apenas busca criticar de maneira acobertada (ou não) - além de frequentemente inventar algum motivo para contestar e contrariar a outra pessoa com intuito de arrasá-la emocionalmente.

Outro sintoma típico do invejoso: Ele não suporta ouvir o que a outra pessoa tem a dizer. Na realidade, ele se empenha ardentemente em utilizar algum meio para descontinuar a conversa.

O expediente mais comum é dominar a conversa, ou finalizá-la, visto que não consegue aceitar ou admitir ouvir coisas alegres, experiências pessoais ou reflexões legais e inteligentes que venham da pessoa invejada.

Além disso, reconhece a dificuldade de ver com simpatia aquilo que seja oferecido pela pessoa na qual sente inveja, já que essa pessoa possui alguma coisa que ele não tem. Sendo assim, o invejoso não possui condições psicológicas de demonstrar ou expressar o sentimento de gratidão.


15-  O que é Tortura Diabólica?

Tortura Diabólica (ataque espiritual provocado pelo Diabo) constitui a ocorrência mais abundante desde tempos imemoriáveis.

Normalmente são ocasionados por imprudências tais como pactuar com trabalhos espirituais de feitiçeiros, macumbeiros, necromantes, ocultistas negros, satanistas, ou ocasionar pecados graves de forma constante.

São ataques físicos ou psíquicos lançados pelo diabo, causando ferimentos, lesões, escoriações, queimaduras ou traumas físicos e psicológicos. Além disso, objetos são desferidos contra o indivíduo, desde pedras até coisas bem mais perigosas.

E mais, também são causadas doenças graves, complicações sérias no campo afetivo e profissional. Aliás, em relação aos sonhos, podem ocorrer agressões demoníacas como a ocorrência de pesadelos horripilantes, lúgubres e sombrios (por meio das quais originam pesadelos que beiram a insanidade).

Como saber se estamos na presença de um ataque satânico? Quando acontecem tortura diabólica associada simultaneamente à um forte sentimento de repulsa pelas coisas sacrossantas, pelas preces, orações, por Deus, pelas peças sagradas de modo geral (crucifixos e demais utensílios religiosos).


16-  O mundo é uma simulação de computador

A realidade no qual estamos colocados pode ser uma mera simulação feita em computador criada por uma civilização avançada. Ou seja, podemos ser apenas personagens de um jogo manipulado por uma sociedade altamente evoluída.

Nesse caso, tudo ao nosso redor constitui um imenso Maya (ilusão) ou uma Matrix e a probabilidade de que somos dirigidos por uma outra espécie inteligente poderia ser uma em um bilhão, segundo Elon Reeve Musk (criador da fábrica de carros elétricos de alto desempenho Tesla Motors, da empresa de transporte espacial SpaceX e cofundador do PayPal, nascido em Pretória - África do Sul).

Segundo ele, a computação atual está prosperando, mesmo vagarosamente; por isso, os cientistas gradualmente impulsionam os jogos e simuladores a serem irreconhecíveis da realidade. Então, ele questiona: E se esse tipo de jogo já exisitir? E se já estamos inseridos em um jogo?

A idéia principal é a seguinte: Somos personagens de um jogo de computador. No começo, cada personagem atenderia aos comandos do jogador porém, em um determinado período (de um dia para outro, dependendo exclusivamente da eficiência e desempenho computacional), os próprios personagens cultivariam suas próprias escolhas, objetivos, pensamentos, reflexões, argumentos totalmente independentes. Ou seja, se tornariam auto-conscientes (consciência que o personagem tem de si mesmo).

Desta forma, o criador do jogo se converteria na prática em um simples espectador quase indiferente, intervindo pouco menos do que nada na vida de cada personagem (ou simplesmente avatar, como alguns alegariam).

Seja como for, a única maneira de se libertar do "jogador" ou dos "jogadores" é justamente se preocupar cada vez mais com os avanços e progressos da nossa linhagem. Assim, poderemos evitar que sejamos eternas criaturas geradas unicamente para entreter e divertir.

Cientistas da Universidade de Bonn já levam a sério o argumento de que vivemos em um universo artificial e não somos capazes de perceber esse estado. A conclusão é que certas particularidades do nosso mundo físico são mantidos por componentes que apontam que a nossa realidade pode ser tão simplesmente uma simulação computadorizada.

Enfim, a Premissa da Simulação sugeri que a realidade é mesmo uma simulação. E todos aqueles que vivem neste mundo artificial são incapazes de estarem cientes desta condição.

Essa premissa não lembra do filme Matrix dos irmãos Wachowski lançado em 1999, onde mostra uma sociedade vivendo em uma simulação?!


17-  O que é amor doentio?

O sexo feminino é mais propenso a sofrer do amor doentio (sobretudo acima dos 30 anos). Trata-se de uma relação patológica de obsessão e dependência emocional e psicológica ao parceiro. O nome deste transtorno psíquico é Limerência.

São necessários algumas características de personalidade para desenvolver o amor doentio: perfil psicoemocional vulnerável, baixa autoestima, derrotismo, negativismo, ausência de confiança em si mesmo, autorejeição, além de instabilidade de humor como desânimo, cansaço, nervosismo, ansiedade, angústia, e estresse (ou stress).

A pessoa não consegue resistir a idéia de ser trocada ou rejeitada; por isso, faz qualquer coisa para agradar ao extremo de asfixiar o parceiro. Além disso, passa 95% do tempo com a mente focada no outro, pensando nele de forma obsessiva.

Consequentemente, um dos sintomas fundamentais dessa patologia é o medo intenso e compulsivo de perder o par amoroso.


18-  Ameaças das Redes Sociais

Muitos videntes e consultores esotéricos alertam sobre a falta de cautela dos usuários das redes sociais quanto à exposição pessoal e sobre informações propagadas de modo cada vez mais íntima e pessoal, transformando-se em alvos acessíveis às ameaças de indivíduos de caráter duvidoso.

Na ausência de prudência destes usuários, que não pensam duas vezes antes de publicar conteúdo sensível, acabam complicando suas vidas como, por exemplo, ao prejudicarem a área profissional por causa do costume de várias empresas investigarem a vida virtual antes de empregarem estas pessoas (claro, uma evidente ameaça à nossa liberdade e privacidade)

Além disso, por não limitarem o uso das redes sociais (já que passam horas mergulhadas à frente de um computador), tornam-se sujeitos ao vício, à solidão, à dependência emocional e à obsessão.

Por consequência, adquirem doenças psiquiátricas que vão desde a depressão até sentimentos como inveja, ciúme, baixa auto-estima, despeito, auto-depreciação, frustração, fobia social, entre outros.

Videntes e consultores esotéricos procuram advertir sobretudo os pais que devem estar vigilantes a respeito dos filhos menores que fazem uso das redes sociais.

Devem estar focados aos conteúdos expostos, ao tipo de informação difundida, ao nível das fotos publicadas, entre outros detalhes que possam amparar e proteger a privacidade dos filhos.

Aprofundando um pouco mais, há um estudo esclarecedor onde mostra que 38% dos usuários utilizam as redes sociais para divulgar informações sobre os planos para o feriado e 33% dão informações a respeito dos seus hábitos de fim-de-semana e, pasmem, se vão passá-lo fora de casa.

Outro dado assustador mostra que tendo enviado 100 convites a estranhos escolhidos aleatoriamente, demonstrou-se que 92% das pessoas aceitaram os convites no Twitter, sem nenhuma averiguação minuciosa. Aliás, 13% dos homens cederam o seu número pessoal de celular, contra apenas 7% das mulheres.

Para piorar o quadro, em relação à internet, é perturbador os raptos com abusos sexuais que atingem principalmente as meninas entre os 12 e 15 anos de idade; e algumas continuam ainda desaparecidas.


19-  O que é uma obsessão diabólica?

A obsessão diabólica é um tipo de ataque espiritual provocado pelo demônio com o objetivo de transferir pensamentos ou alucinações intensas e irresistíveis a mente do obsediado.

Quando isso acontece, a pessoa já não possui controle sobre os próprios pensamentos. A vítima fica submetida a um impressionante poder mental, que aplica ao indivíduo pensamentos recorrentes, repetitivos, neuróticos e compulsivos, que transcende à sua capacidade de enfrentar ou reagir.

Estes pensamentos e concepções que fluem livremente na mente do obsediado, por mais contraditórios e discrepantes ao seu modo normal de pensar, cravam e consolidam de modo profundo em seu interior. A partir de então, as alienações tornam-se uma realidade terrível e as alucinações podem ser visões, vozes ou sussurros de entidades sombrias, de criaturas disformes e abomináveis, seres assustadores ou de demônios.

Nesta condição, é plenamente possível atuar sobre a pessoa a vontade para fazer mal aos outros, ou tentar o suicídio, ou mesmo praticar sacrilégios, violações e profanações.